Minas, S. Paulo, Rio e Paraná têm operação nesta manhã contra infiltração do crime e lavagem de dinheiro em postos de combustíveis, fintechs e fundos de investimento
Quinta 28/05/26 - 6h42O Gaeco e a Receita Federal deflagraram nesta quinta-feira, dia 28, a segunda fase da Operação Carbono Oculto.
A ação investiga a infiltração do PCC no setor de combustíveis e a lavagem de dinheiro por meio de fintechs e fundos de investimento .
Cinquenta e cinco mandados de busca e apreensão são cumpridos em São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais .
Segundo as investigações, mesmo após a primeira fase da operação, em agosto de 2025, a organização criminosa continuou atuando.
Entre 2020 e 2024, mais de mil postos ligados ao grupo movimentaram cerca de 52 bilhões de reais .
Uma fintech de pagamento funcionaria como banco paralelo do PCC, movimentando cerca de 46 bilhões de reais no período.
Os recursos eram reinvestidos em cerca de 40 fundos de investimento, com patrimônio superior a 30 bilhões de reais .
Os alvos incluem empresários, operadores logísticos e laranjas do esquema .


